sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Zero Kelvin: escrita

parece que vai ter de quebrar o piso da cozinha
A gente é meio desprevenido, talvez. Mas foi do jeito sorrateiro que a vida anda, com cada dia mais afincos inesperados. Acordei descobrindo o novo problema na esgoto daqui de casa e dessa vez não tinha nada a ver com as festas que o papai andou promovendo pros peões lá da obra de Minas (pequena casa de um quarto, mas festa). A mamãe diz que acha que é a manilha; eu digo que acho que devíamos ter tomado uma atitude enérgica e razoável faz tempo: chamar uma benzedeira, um padre, um mini-culto pentencostal na varanda. Daí é esse cheiro horrível, é a gente jogando água e ácido e o que tiver mais pra jogar. Não consegui dar faxina quando cheguei e isso me deixou sentindo menos mulher só porque eu comprei uma tiara azul feita de toalhinha e não vou usar por hoje.

quando é que você vai contar que é você?
e como vou te convencer que a Barbarella não sou eu?
não consigo usar pseudônimos, gosto é de nú frontal, se não é frontal, melhor mesmo nada pra ver. o nú dos outros eu não ligo, mas se é meu, tem de ser em pêlo. e, de mais a mais, Bjr, usando as palavras do Estado Novo: minha questão sexual é caso de polícia. sossegue tuas pulgas.

George, não desperdice bebida
estou aqui contando. a totalidade de uma semana sem nem um calicezinho de vinho. um jejum, um desparate, uma crueldade. a mão ou a garrafa? é a dúvida. escrevendo mal, daí a dúvida não pesa tanto.

Um comentário:

Renata disse...

Pri.. acho que você é doida!
=]

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