terça-feira, 25 de março de 2008

Reflexão improvável dirigida à Rafael Barba

por reações em amores Brutos e vendido


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não quero um homem que me faça mulher

quero um homem que me faça homem





porque outros savoir-faires também têm seu folhetim



sixers surpreende e derrota celtics fora de casa
1. fui pegar o Carlton vermelho da Carine que caiu no chão e rolei por lá mesmo. escoriações, mas ninguém viu minha calcinha rosa. polícia não põe a mão nesse filho de meu pai, disse o Drummond, daí eu levantei e vomitei. o cigarro foi salvo. eu devia ter comido depois das 14, agora é só comida embalada. miojo. biscoito. lazanha perdigão. Ronaldo lembrou da queda agora pouco no telefone, disse "foi muito engraçado".

2. tava no bebedouro do segundo andar, mal encostei a boca na água e senti um corpo alto atrás de mim, daí o Alan Claire cantou no meu ouvido "créu". mas meu deus, não se pode mais nem beber água? não, a questão não é essa, é a mulher. e o que é isso? A Guerra do Fogo? dança do créu, [.... ] for the devil sake...


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3 comentários:

Barba disse...

Hoje acordei e constatei que "mulherzinha não é um gênero, é uma condição". Aí fechei tudo, fui trabalhar no computador mesmo, do lado da cama.

Fiquei pensando se realmente quero - alguém? alguma coisa? - ou no quero. Viver é um negócio muito perigoso.

Barba disse...

E o texto. Cadê. Voltei pra ler e tinha sumido. Devia ter salvado.

Prill disse...

ai Barba.... me perdoe...
é que fiquei tão chateada com o tom definitivo em que eu disse essas coisas...

olha, mas o texto inda tá ali, é só cê grifar que ele aparece, mas não conte a ninguém.

muito obrigada pela inspiração que sai daí pracá, mesmo que...

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